Antes de dar a conhecer o coro onde estou inserida e as suas mais diversas actividades, passo apresentar-me: Sou a Maria Rosa, 51 anos, solteira e natural de S. Martinho do Campo.
Vou falar um pouco do meu grupo coral, existente na freguesia de S. Martinho do Campo.
Nasceu há 26 anos e é precisamente o tempo que nele estou inserida. Passamos por fases difíceis no início, mas hoje somos um grupo equilibrado e com qualidade. Formam o coro cerca de 35 elementos, de ambos os sexos. Em 2004 tivemos o privilégio de nos deslocarmos a Lisboa, mais precisamente aos estúdios da RTP, com a responsabilidade de animarmos a eucaristia. Fomos convidados de novo e voltamos à TV em 2006.
Além de cantarmos na missa de domingo, desenvolvemos várias actividades culturais, no sentido de dar a conhecer à nossa gente, as mais diversas músicas, trajes e cantares de norte a sul do País. Ao mesmo tempo trabalhamos para angariação de fundos em prol da fréguesia.
Mostro aqui algumas fotos, dos vários espectáculos organizados por este grupo, no Salão Paroquial de S. Martinho.
Também cantamos as nossas reisadas, em casa de pessoas amigas, ou a quem solicitar a nossa presença. Estamos abertos a contratos.
Ceifeira, ceifeira linda ceifeira eu hei-de, eu hei-de casar contigo lá nos campos, lá nos campos secos campos lá nos campos secos campos à calma ceifando o trigo
À calma e à calma ceifando o trigo pela flor, pela força do calor ceifeira, ceifeira linda ceifeira ceifeira linda ceifeira hás-de ser o meu amor.
Refrão "Linda donzela vem à janela que a Tuna passa Ouve este canto que o teu encanto enche de graça Olha para a lua que a noite é tua e o trovador Enamorado canta enlevado trovas de amor
São teus cabelos ondas que o Douro leva para o mar Lento embalo de melodia que faz sonhar Barco rabelo feito de esperança de um teu olhar E a Tuna ronda junto à Ribeira para te cantar
Refrão
Linda donzela vem à janela que a Tuna passa Ouve este canto que o teu encanto enche de graça Olha para a lua que a noite é tua e o trovador Enamorado canta enlevado trovas de amor
II
Levo nos olhos a tua imagem, brando fulgor Levo a Saudade, deixo esta Trova ao teu amor Põe um sorriso, não te entristeças se a Tuna parte Que o estudante, eterno amante, virá cantar-te
Refrão
Linda donzela vem à janela que a Tuna passa Ouve este canto que o teu encanto enche de graça Olha para a lua que a noite é tua e o trovador Enamorado canta enlevado trovas de amor.
À meia-noite ao luar vai pelas ruas a cantar, um boémio sonhador (bis) e a recatada donzela de mansinho abre a janela à doce canção de amor.
Refrão Ai como é belo , à luz da lua ouvir-se o fado em plena rua
Sou cantador apaixonado trinando as cordas a cantar o fado.
Dão as doze badaladas e ao ouvir-se as guitarradas surge o luar que é de prata (bis) e a recatada donzela de mansinho abre a janela vem ouvir a serenata.